Latência de eSIM e breakout local explicados
Dois viajantes debaixo da mesma antena em Banguecoque podem ter ligações completamente diferentes. O que os separa é o ponto onde os seus dados saem do país para a internet. Escolha um destino e veja os milissegundos a mexer.
- 200.000 km/s
- A velocidade a que os dados viajam na fibra: cerca de dois terços da velocidade da luz.
- +10 ms
- O que cada 1.000 km de desvio acrescenta, porque a resposta também tem de voltar.
- 20.000 km
- A maior distância possível entre dois pontos da Terra, o que limita o estrago a cerca de 200 ms.
Laboratório de latência
Para onde vai viajar?
Latência acrescentada
O tráfego sai para a internet dentro de United States of America e nunca abandona o país. Não há desvio a pagar.
Esta é a rota que os nossos planos para United States of America usam de facto.
Sair por outro país
Como isto se sente
- MensagensParece instantâneo
- StreamingParece instantâneo
- Mapas e navegaçãoParece instantâneo
- VideochamadasParece instantâneo
- Jogos onlineParece instantâneo
As distâncias são medidas entre os centros dos países, por isso cada número é uma estimativa do desvio e não um teste de velocidade. A latência real inclui ainda a rede móvel a que está ligado e a distância até ao servidor com que fala.
Vai para United States of America?
Leve um eSIM que funciona assim que aterra, com o ponto de saída indicado na página do plano antes de pagar.
Desde $2.25
Obter um eSIM para United States of AmericaLargura de banda é quanto chega. Latência é quanto tempo espera até começar.
Um eSIM de viagem liga-se em roaming a uma rede móvel local, por isso a parte por rádio do trajeto é a mesma que os locais têm. O que muda é o passo seguinte: onde o tráfego é entregue à internet pública. Essa entrega é o breakout, e não tem de acontecer no país onde está.
Quando o breakout está longe, cada pedido — tocar num link, carregar um pedaço de mapa, dizer olá numa chamada — viaja até lá e volta antes de acontecer o que quer que seja. A sua velocidade de download não muda. Muda a pausa antes de começar, e é essa pausa que as pessoas descrevem como um eSIM lento.
Os seus dados chegam à internet sem sair do país
- O seu telemóvel
- Antena local
- Ponto de saída
- O site
O eSIM liga-se em roaming a uma rede local e o tráfego passa para a internet ali mesmo. É exatamente o que faz um SIM local, e é a rota mais curta possível: nada é acrescentado porque nada é desviado.
Os seus dados voam para outro país antes de chegarem à internet
- O seu telemóvel
- Antena local
- Ponto de saída
- O site
A mesma antena local, mas o tráfego é primeiro levado até ao ponto de saída do próprio fornecedor, muitas vezes a um continente de distância, e depois faz todo o caminho de volta. Os downloads continuam a chegar à velocidade máxima; o que cresce é a espera antes de cada um.
O que cada desvio lhe custa de facto
Latência acrescentada, na única unidade que interessa: se dá por ela. Cada degrau está ancorado a uma rota que existe mesmo, medida com as mesmas coordenadas que as nossas páginas de destino usam.
0 ms
No país
O breakout fica dentro do seu destino. Não é acrescentado nada — é a mesma rota que um SIM local segue.
0 msJapan, no país
1–14 ms
Parece local
Um país vizinho. Precisaria de um cronómetro para distinguir isto de uma ligação local.
5 msAustria → Germany
15–49 ms
Quase impercetível
Mesma região, um salto adiante. Chamadas e streaming não são afetados; só os jogos competitivos começam a notar.
16 msThailand → Singapore
50–119 ms
Percetível
Outro continente. As páginas demoram um instante a arrancar e as videochamadas ganham aquele meio segundo em que todos falam por cima.
99 msSouth Africa → United Kingdom
120 ms ou mais
O caminho longo
O outro lado do planeta. Tudo continua a funcionar, mas nada parece imediato e a conversa em direto torna-se cansativa.
152 msAustralia → United Kingdom
Então porque é que alguém mandaria os seus dados dar a volta ao mundo?
Raramente é incompetência. O breakout remoto é uma troca deliberada, e normalmente é o lado barato dela.
Uma saída custa menos do que cem
Sair para a internet num país implica um acordo, equipamento e um gasto mínimo nesse país. Comprá-lo uma vez em Hong Kong ou Londres e apontar cem países para lá custa uma fração de o fazer bem em cada um.
Um perfil para tudo
Um único perfil eSIM global que funciona em 190 países é fácil de vender e de apoiar. O preço dessa simplicidade é que o tráfego de toda a gente volta ao mesmo sítio, por mais longe que esse sítio esteja.
Quem decide é o acordo de roaming
Os fornecedores compram acesso grossista através do parceiro que cobre cada região, e o breakout vem agarrado a esse acordo. Às vezes a cobertura mais barata num país tem simplesmente a saída noutro sítio.
Como lidamos com isto
Não podemos reescrever a internet e não vamos fingir que uma rota longa é curta. O que podemos fazer é medi-la, publicá-la e ficar com a mais curta quando o preço é parecido.
Ver destinosMedido, não prometido
Todos os números de latência deste site vêm do mesmo cálculo: distância em círculo máximo até ao país de saída, ida e volta, por fibra. Sem multiplicadores de marketing.
Publicado em cada página de destino
Cada destino mostra o país de saída exato que os seus planos usam e a latência que isso implica, mesmo quando a resposta não nos favorece.
Em caso de empate ganha a rota curta
Quando dois planos grossistas cobrem um país por preço semelhante, escolhemos o que sai mais perto. Quando o distante é drasticamente mais barato continuamos a listá-lo, e dizemos-lhe o que está a trocar.
Perguntas sobre latência
O que vale a pena saber antes de julgar um eSIM pelo teste de velocidade.
Agora vá ver o seu destino
Cada página de país mostra o breakout real, as redes reais e a latência a esperar — antes de comprar seja o que for.